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A empresa francesa Alstom acaba de instalar a maior turbina eólica offshore do mundo, que já está a produzir energia perto do porto de Ostend, na Bélgica. A turbina, com lâminas de 73 metros e uma torre de 78 metros, poderá armazenar mais 15% de energia que as turbinas eólicas offshore existentes hoje.
O equipamento irá gerar energia para cerca de cinco mil casas e requer menos manutenção que outros modelos usados para armazenamento de energia eólica offshore. Isto apenas é possível porque o modelo Heliade tem menos partes mecânicas e opera sem caixa de velocidades, enquanto o gerador permanente incorporado no corpo da turbina a torna mais fiável e eficiente ao nível dos custos.
Esta turbina foi testada em Le Carnet, na França, e obteve com sucesso o reconhecimento da IEC (International Electrotechnical Comission), em 2012. Agora, a Alstom vai poder confirmar a excelência da performance num ambiente para o qual a turbina foi especificamente desenhada.
Segundo o Inhabitat, a turbina foi instalada com o apoio da Belwind.
in: Green Savers
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Em meados da década passada, o advogado João Tomás e família decidiram trocar o caos de Lisboa pelo silêncio das Penhas Douradas, um local que já visitavam há vários anos, durante as suas caminhadas, e onde decidiram investir no turismo de natureza.
“Gostamos muito da serra, da natureza e de percursos pedestres. Foi isso que nos motivou para dar o primeiro passo”, explicou ao Economia Verde João Tomás.
O local escolhido para reconstruir foi um antigo hotel e sanatório centenário que, em tempos, ardeu, permanecendo em ruínas durante a maior parte do século XX. Depois de obras, o casal abriu a Casa das Penhas Douradas em 2006, então com nove quartos. Três anos depois, em 2009, o hotel fecha novamente, tendo reaberto em 2010 com dois novos edifícios e o dobro dos alojamentos.
Hoje, a Casa das Penhas Douradas é um espaço contemporâneo, inspirado na arquitectura típica da região e utilizando materiais com a madeira e a cortiça. “A cortiça é um três em um: faz isolamento térmico, acústico e revestimento. É um produto que aguenta o frio, chuva e neve. Não lhe acontece nada… a não ser debotar, uma vez que é um produto natural”, explicou ao Economia Verde Paulo Estrada, sócio-gerente da Sofalca.
A cortiça é também usada no interior do hotel, numa decoração dominada, porém, pela madeira de bétula.
Mas a Casa das Penhas Douradas não fica por aqui. A família Tomás comprou e revitalizou uma antiga fábrica de manteigas, que produz um tecido de lã artesanal – o burel. As peças são vendidas no hotel e numa loja lisboeta, juntamente com produtos alimentares da região. Descubra a Casa das Penhas Douradas do episódio 153 do Economia Verde.
in: Green Savers
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